segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A LAMENTÁVEL E TRISTE ESTÓRIA DE ASDRÚBAL ESTRILHO FONTES

Contos e fábulas de encantar, pelo Eminente poeta, romancista, filósofo e lider espiritual SAM


Asdrúbal Estrilho Fontes sempre foi um menino mal comportado. Morreu aos 17 anos, após ser tolhido por uma debulhadora de trigo. A comunidade em geral apercebeu-se que não conseguia ficar minimamente triste pela morte do Asdrúbal , o puto traquina que chamava ao padre da paróquia local "O Pinguim Punheteiro".Na sua pequena comunidade de puritanos, Asdrúbal era aquele bocado de merda que às vezes se mete e cola debaixo dos sapatos, mas, a aceitação e tolerância para com ele era o suficiente para o deixarem viver. Desde o dia em que os próprios pais declararam que o filho era a porra dum bronco de merda que os deixava embaraçados com o acto de o terem concebido, que toda aquela pequena comunidade de hábitos reservados e dogmaticamente resignada aos bons costumes e moral Cristã, percebeu que se ele não tivesse uma morte acidental e precoce (ou provocada pelo Senhor, por favor, livrai-nos deste herege) a comunidade corria o risco de ser abalada na sua extrema sensibilidade.Os membros anciãos da pequena vila juntaram-se e decidiram chamar de volta um membro da sua sociedade, que vivia sozinho nas escarpas das montanhas. Alimentando-se essencialmente de pinhões e da pouca vegetação, e também de leite de iaque, era conhecido por Fagundes Barbudo, e tinha sido ostracizado após ter desflorado e abusado da inocência das três filhas do Sr. Leitaça, (tirou os três às três).Mas nem o "eremita" Fagundes conseguiu deter Asdrúbal na sua cruzada pela destabilização da pudicidade pública. A táctica de combater o fogo com fogo levada a cabo pelos anciãos, falhou miseravelmente quando Fagundes, incumbido da missão onerosa de dar uma lição a Asdrúbal , enrabando-o até que a pele do escroto encarquilhasse, se viu forçado a abandonar a vila, após Asdrúbal , jovem vigoroso e cheio de força na verga, lhe ter escachado a bufa a marteladas de nabo. Claro que isto doeu tanto a Fagundes como a Asdrúbal , uma vez que as reentrâncias anais de Fagundes estavam ressequidas pelo tempo, e acima de tudo pelas inúmeras infecções criadas na peida, devido ao frio da montanha e pelo alojamento de pequenos parasitas que se alimentavam das suas hemorroides.
Asdrúbal vivia assim, incompreendido, numa época que não era a dele. Vivia desenquadrado.Noutra ocasião, num belo dia de sol que iluminava o seu primeiro dia de aulas, Asdrúbal levantou-se para se apresentar à turma, e as suas primeiras palavras foram ordinariamente explícitas, mostrando que o petiz dominava perfeitamente a temática.Desde esse primeiro momento de terror, em que a pequena turma de 10 elementos de saudáveis jovens totalmente inocentes e ingénuos, mais a jovem freira que leccionava as aulas ouviram ecoar as palavras "O QUE É QUE FOI, CARALHO? " , dito isto, atirou-se à jovem freira, batendo-lhe violentamente na cara. Depois de ter enfardado quatro ou cinco murros bem acentes nas fuças da freira, atirou-a ao chão, onde ficou a chorar de dores no meio de uma poça de sangue e bocados de dente partido. Nisto, vendo a freira naquele pranto, disse-lhe com ar superior e ao mesmo tempo desiludido - Pensava que eras mais forte ó Batman!!-O pânico espalhou-se pela comunidade...era conversa comum entre os habitantes que Asdrúbal ia inevitavelmente conduzir à extinção dos bons hábitos e costumes da comunidade.Da mesma forma que Dédalo construiu asas de cera para o seu filho Ícaro, o pai de Asdrúbal tentou também pô-lo fora daquele labirinto de morais que era a vila que habitavam. Claro que aqui o caso era diferente, porque Asdrúbal queria era chavascal, e não abdicava de ser o minotauro no labirinto, aterrorizando com uma canzana ocasional, as jovens moçoilas que colhiam flores nos campos.Obviamente, Asdrúbal começou a ser afastado das raparigas, cujos pais as trancavam em casa.Fatidicamente, a sua vida foi ceifada aos 17 anos. E ninguém, ninguém chorou pelo Asdrúbal. A vida voltou ao normal de à 10 anos atrás. Mas foderam-se, que um dia o padre punheteiro foi apanhado a encaixar o nabo na peida fofinha dum puto da catequése , e aí o descalabro e os escândalos sexuais verdadeiramente ditos (e não a verborreia e do Asdrúbal) vieram à tona.Ninguém chegou a saber ao certo como tudo aconteceu. Boatos surgiram, sobre o facto da morte de Asdrúbal ter sido levada a cabo pelos próprios pais. Outros dizem que foi o padre punheteiro, e outros até afirmam que foi a ira de Fagundes Barbudo que matou Asdrúbal.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

AMOUR FOU

Um conto de fim de semana, pelo Eminente poeta, romancista, filósofo e lider espiritual SAM
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma linda moça que amava muito-muito-assim-a-modos-que-à-parva-mesmo, se ela queria casar com ele. Ela respondeu que não. "Tuuudo Bem", pensou ele!
Ele viveu feliz para sempre. Apanhava tosgas de meia noite ao fim de semana com os amigos e amigas, ia prás discotecas para bater coiros às boazudas que encontrava...se corresse bem, batia-lhes docemente no glúteo, se corresse mal, batia-lhes com o nabo na bochecha. Ocasionalmente jogava à bola, snooker e matraquilhos na Tasca do Bigodes. Foi criando um calo sexual, (vulgarmente chamada de barriga de cerveja), mas manteve o bom aspecto ao longo dos anos. Andava sempre bem disposto, e via a SexyHot sempre que queria. Jogava Playstation toda a noite se assim lhe apetecesse. Teve várias mulheres e amigas durante a sua vida, que o ajudavam em períodos de doença. Nunca soube cozinhar, nem precisou...morreu aos 75 anos de causas naturais e com um sorriso nos lábios e uma marca de dentadura no piço.

Ela tornou-se uma infeliz. Celulite, varizes nas pernas, e os peitos que caíram até à Nova Zelândia até serem indiferenciáveis da barriga flácida. Teve alguns homens no percurso da sua vida, mas grande parte deles conheceu nos classificados do Correio da Manhã. Fez dois abortos, levou nos cornos por duas ou três vezes. Teve um canário chamado Horácio e uma cadela que era a Malhada. Lerparam os 3 num incêndio provocado por um SG Gigante mal apagado. A televisão ficou acesa no programa do Luís Goucha. O cadáver foi metido dentro dum saco e ninguém o foi reconhecer à morgue.

Moral da história:
Sei lá...não fumes SG Gigante?

quinta-feira, 15 de outubro de 2009


Cara Maria
Todos os dias de manhã faço parte de um movimento de cidadãos... serei um candidato independente?

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

AGOSTO EM OVAR


Até "o pedinte" da estação de Ovar foi de férias. Só eu é que ando para aqui, sem um fim de semana desde Maio, para vender-vos férias, acompanhar-vos aos destinos e só lá passar umas horitas, fazer-vos o check-in nos aeroportos... Tudo para tratar das VOSSAS férias...só eu é que não vou. Para já...

terça-feira, 31 de março de 2009

ONAN O SUPER HEROI DA BÍBLIA


Não me perguntem porquê, mas dei por mim a pensar na origem da palavra "onanismo". Como sou um jovem pouco culto, mas sou exímio a usar o google, lá  parti eu à aventura da descoberta.Então parece que a palavra tem origem numa personagem bíblica. Anos e anos de catequese e nunca tinha ouvido falar no senhor Onan.Então mas o coito interrompido vem na bíblia? Ou andaram a esconder as partes mais fixes, ou demos isto na catequese num daqueles dias em que fingi que estava doente, para poder ficar em casa ver os desenhos animados?


"Começa hoje em Braga o julgamento de um ex-aluno da Universidade do Minho que esfaqueou um professor de Direito."
RTP

- Provavelmente uma aula prática !

sábado, 28 de março de 2009

BIOGRAPHY- TOM CRUISE

A vida de Tom Cruise, com o rigor histórico do eminente Biografo Prof. Dr. Sam



A VIDA :
Tom Cruise, seu nome de baptismo é Tomás de Oliveira e Silva. O nome artístico, deriva da alcunha de juventude de Tom, "Tomás das Cruzes". Tomás nasceu no dia 3 de Julho de 1962. Cresceu numa pequena e pacata freguesia de Viseu chamada Vil de Souto. O seu bisavô era pastor, o Avô e o pai também, o pequeno Tomás, para não fugir à regra também se fez pastor. Nas longas e solitárias tardes de pastorícia, o pequeno Tomás passava o seu tempo a ler a bíblia. A ficção científica era a sua paixão.
As crianças naquela altura, não tinham uma alimentação muito saudável. O pequeno almoço de Tomás, era invariavelmente um pedaço de broa, e um copo de água ardente, o que fazia com que Tomás fosse todos os dias com o rebanho pró monte completamente bêbado. Um belo dia, depois de ter comido um par de cogumelos esquisitos que por lá cresciam, e enfiado metade de uma garrafa de água ardente pró bucho, o jovem alcoolizado e alucinado, jura ter visto uma das suas ovelhas, transformar-se em nossa senhora, carregando um crucifixo ao ombro, com uma auréola no cimo da cabeça.
Correu para aldeia contar o sucedido. Toda a gente em Vil de Souto, conhecia os hábitos de bebida da família Silva, e dos pastores em geral. Enquanto o jovem alucinado Tomás afirmava " Trazia uma cruz, trazia uma cruz ao ombro a ovelha" o povo ria-se. Ficou com a alcunha de "Tomás Das Cruzes".
Aborrecido e frustrado, o jovem Tomás foi para o EUA, onde todos os bêbados e drogados são bem sucedidos. Passou pelo Japão, e lá, curou-se do alcoolismo com a ajuda de um bando de samurais tolinhos e obsecados por espadas. Regressou aos EUA, fez fama e fortuna no cinema. Mais tarde, conseguiu juntar o seu amor pela religião e pela ficção científica, quando aderiu a uma seita : a Cientologia, religião essa, que acredita que somos descendentes de extraterrestres.


CURIOSIDADES :
As nobres gentes de Vil de Souto, testemunham a alucinação do jovem bêbado e drogado Tomás, exibindo no seu brasão a ovelha carregando a cruz, com a auréola no cimo da cabeça.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Wish Me Luck !



As gaijas de Lisboa estão a ficar fodidas com esta coisa dos presidentes da Câmara. É que á excepção do Santana Lopes, ( sabe-se lá porquê! ) a autarquia só tem tido gaijos feios como presidentes.O Sampaio parecia um tótó, ainda mais com aqueles óculos de massa antigos que usava ( parece o Mister Magoo.). O João Soares tem uma cara que parece um desastre de um comboio depois de ter chocado de frente com outro.O Carmona Rodrigues é assim uma espécie de gaijo feio, careca e com a cara em obras, tipo Pesadêlo em Helm Street. Sim, há estradas em Lisboa com menos buracos que a cara do Carmona. É uma espécie de Odete Santos masculina. Agora têm o António Costa. Vejam bem esta merda. Um gaijo que me faz lembrar os tendeiros indianos da Praça de Espanha. Onde já chegámos? O Santana Lopes, que na minha opinião é também um gaijo feio, careca e com uma boca de xaputa, pelo menos as gaijas achavam-lhe piada ( ?? ). A mim pessoalmente, divertia-me, mas como a gaijada sabe eu sou suspeito. Não consigo libertar a criança que ainda existe em mim, que se delicia com uma boa actuação de palhaços de circo.Há depois mais um gaijo muito feio, que também está a comer à conta do orçamento da CML, que se chama Helena Roseta. hãã? Não é homem? É uma gaija?
-Caralhe...

Nicho de Mercado



Acho que vou criar, , uma agência de mudança de nomes. A idéia é simples e revolucionária: As pessoas vão lá insatisfeitas com o seu nome, e eu tenho uma entrevista pessoal com elas, traço o seu perfil e a Comissão Profissional de Escolhas de Nome Apropriados (constituída pelo Director Sam) escolhia o nome para a pessoa. O resultado sería 100% personalizado, de acordo com as características mais proeminentes da pessoa. Por exemplo havía pessoas que se chamaríam "Grande Filho da Puta", "Jantar Romântico a dois" ou apenas "Zé", "SIDA", ou " Ejaculação Precoce".Acredito que construíria um Mundo melhor...Eu propunha falar com a Barak Obama e mudar-lhe o nome para "O Anti-Cristo", por exemplo.

terça-feira, 24 de março de 2009

NO CALOR DA NOITE- BROA DE MEL


Pelo eminente romancista e crítico literário, Sam, vencedor das 36 edições dos Prémios SAM de Literatura, do Instituto SAM de literatura.

Análise literária:
A letra da canção dos Broa de Mel:

"No calor da noite"
TU ESTENDE AS TUAS MÃOS
DEIXA O TEU PERFUME
BRISA DO MAR DE ILUSÃO
MEU FOGO TÃO QUENTE
MEU MASTRO SEM FIM
NO CALOR DA NOITE (REFRÃO)
TERÁS UM BRILHO NO OLHAR
UM OCULTO ARCO-ÍRIS
OU UM DESERTO DE LUAR
UM CHEIRO DE ALECRIM, AMOR
TU DEIXA O TEU OLHAR EM MIM
POISA DE REPENTE
MEU FOGO TÃO QUENTE
ROUPA AO ABANDONO
MEMÓRIA DE CHUVA
TU ESTENDE AS TUAS MÃOS
BRISA DO MAR DE ILUSÃO
MEU FOGO TÃO QUENTE
MEU ASTRO SEM FIM
NO CALOR DA NOITE (REFRÃO)

No calor da noite
O título da obra é simultaneamente de uma frontalidade tremenda, esmagadora e de uma originalidade arrepiante. Com esta escolha o autor mostra toda a sua vocação para as abordagens chocantes e polémicas de temas universais e parece-nos indicar directamente que não só nos vai abrir as portas para um universo de luxúria, como toda a história se passa nos trópicos.

TU ESTENDE AS TUAS MÃOS
(A utilização da segunda pessoa do singular leva-nos a crer que estamos seguramente perante um texto auto-biográfico. Magnífica caracterização de uma das personagens, da qual ficamos a saber que não se trata de um fóssil de ameijoa nem que está a utilizar as mãos de outra pessoa.O autor está sem dúvida vocacionada para a acção, com a utilização demolidora do verbo ‘estender’, embora encubra de um modo muito inteligente, a forma de como essa acção foi desenrolada. Desconhecemos, propositadamente, se as mãos estavam fechadas, abertas ou a fazer piretes.)

DEIXA O TEU PERFUME
(O autor não é passivo. Tem vontade própria e muito provávelmente um cheiro nauseabundo, que até ao próprio incomóda. Subentendemos igualmente que o autor está sem cheta para comprar perfume ou mesmo um desodorisante que seja.Pelo espírito ambientalista que emana da obra de Broa de Mel, acreditamos tratar-se de uma essência natural, que pode ser rabanete ou enxofre.)

BRISA DO MAR DE ILUSÃO
(Aqui está a marca do perfume que o autor deseja, de aromas naturais como prevíamos, numa espectacular e subtil jogada de marketing, mas também numa arrojada exposição dos seus gostos pessoais. O perfume ‘Brisa do Mar’ de Horácio Ilusão, conhecido estilista da terra dos Broa de Mel, é uma fragrância suave e inspiradora, sensual e audaz, o que nos indica a disposição do autor.)

MEU FOGO TÃO QUENTE
(Numa exemplar utilização dos recursos linguísticos, o autor dá-nos a entender a sua obssessão pelo fogo, revelando-nos que ateou qualquer coisa que estava ali ao pé. É a invocação de um momento real da vida do autor em que incendiou uma azinheira uma mata nacional quando estava a assar uma chouriça no campo. A imersão na intimidade mais complexa e incoberta do autor é arrepiante e surpreendente.)

MEU MASTRO SEM FIM
(Não residem dúvidas do forte cariz sexual da frase, nem tão pouco do profundo narcisismo do autor, que revela ser de raça negra ou então com falta de vista. O fogo desperta todo um instinto sexual recalcado e provavelmente desconhecido, que tem uma reprecursão física no autor.)

NO CALOR DA NOITE (REFRÃO)
(O autor, que até agora tinha sido bastante directo e frontal, deixa-nos em suspense em relação ao que está a acontecer. Esta frase apenas nos dá uma localização temporal mas deixa os leitores curiosos. Chegando ao refrão é momento de recapitular: Sabemos que o autor, que cheirava mal, está com um valente tesão ao pé de um incêndio que o próprio provocou enquanto assava uma chouriça. Perto de si está algo com mãos – uma pessoa com quem o autor revelava mais intimidade? - e que tinha um frasquinho de perfume do estilista Horácio Ilusão.)

TERÁS UM BRILHO NO OLHAR
(O autor dirige-se provávelmente á outra personagem enumerando-lhe as vantagens de olhar para o fogo sem óculos de sol, já fascinado com a ocurrência.)

UM OCULTO ARCO-ÍRIS
(Extraordinária frase do autor que em apenas três palavras nos dá várias idéias fundamentais: i) Recorda-nos que estamos de noite, porque á noite não se vê o arco-íris; ii) O tempo não está muito bom, pois o arco-íris é uma ilusão óptica que existe apenas se houver sol e chuva.)

OU UM DESERTO DE LUAR
(Metáfora brilhante onde o autor esplana toda a sua gama de recursos poéticos para exprimir que a outra personagem não consegue ver nada ofuscada pelo esplendor do incêndio.)

UM CHEIRO DE ALECRIM, AMOR
(A outra personagem aturdida pelo cheiro do ‘Brisa do Mar’, de Horácio Ilusão, não reconhece o aroma do alecrim, pelo que o autor deve explicar-lhe. Podemos pensar que o autor, pela palavra amor, tem algum tipo de sentimento mais profundo pela outra personagem, o que não é necessáriamente verdade. A palavra ‘amor’ é usado apenas por uma questão semântica, pois o autor tería preferido utilizar o termo ‘miga’. A mestria na arte de iludir o leitor.)

TU DEIXA O TEU OLHAR EM MIM
(A outra pessoa acabou por ficar ceguinha.)

POISA DE REPENTE
(O incêndio, por alguma razão começa a diminuir de intensidade e a apagar-se, o que surpreende o próprio autor. É transmitido ao leitor uma sensação de desilusão.)

MEU FOGO TÃO QUENTE
(O recurso a um verso anterior para exprimir sensações distintas é verdadeiramente genial. Enquanto que o primeiro emanava vigor, este verso é já uma recordação que demonstra saudosismo e pena, pois o incêndio está a apagar-se.)

ROUPA AO ABANDONO
(Com o calor o autor ficou todo nu e atirou a roupa para qualquer lado. Á noite e ás escuras é difícil vestir-se.)

MEMÓRIA DE CHUVA
(A chuva acabou, mas o incêndio que chegou a queimar o alecrim está agora apagado. Como está tudo molhado já não é possível reviver os sentimentos anteriores, ateando novamente o fogo, o desejo secreto do autor. Ainda por cima, está agora tudo ás escuras e provavelmente não vai conseguir encontrar o caminho de casa.)

TU ESTENDE AS TUAS MÃOS
(A mesma frase do início do poema, com um significado distinto. A outra pessoa agora precisa da ajuda do autor para a guiar porque ficou ceguinha. Agora estará inequívocamente a fazer-lhe piretes.)

BRISA DO MAR DE ILUSÃO
(Nova referência ao perfume de Ilusão porque exigências contratuais, acreditamos nós.)

MEU FOGO TÃO QUENTE
(Tristeza e frustração do autor. Poderá repetir a experiência para saciar o seu ímpulso mais animal. É esse o seu desejo íntimo. A tristeza do autor é acompanhada pela perda de intensidade narrativa.)

MEU ASTRO SEM FIM
(O saudosismo do autor que compara o incêndio a um sol enorme. A sua dôr é agonizante. Reconhece ter tido necessidade de utilizar protector factor 87.)

NO CALOR DA NOITE (REFRÃO)
(Num final lamorioso mas apoteótico. Não sabemos o que aconteceu á chouriça.)

PROXIMA ANÁLISE LITERÁRIA DO EMINENTE PROF DR. SAM:

"PASSEAR CONTIGO."

Dois dedos de conversa com a Brigada Victor Jara


BVJ:
- Epá, há que tempos que não como uma sandinista...
SAM:
- Da Nicarágua?
BVJ:
- Tanto dá, até podia ser do café do Pires! Assim, cheia de queijo e duas fatias de fiambre...

segunda-feira, 23 de março de 2009

É bom ter fãs, mas Fás é melhor!



O blog tem muitos fãs. É bom ter fãs. Com ou sem til. Também deve ser bom ter fás. Porque eram fresquinhos e doces e cheios de corantes. E porque já não se vendem.É engraçado saber que pessoas que eu não conheço pessoalmente lêem o blog. Mesmo as pessoas que me são mais próximas, só vou sabendo que lêem através de conversas que temos pessoalmente. Normalmente dizem-me: "eh pá... aquilo já teve mais piada".

sábado, 21 de março de 2009

BIOGRAPHY- TUTANKAMON

A vida de TUTANKAMON, com o rigor histórico do eminente Biografo Prof. Dr. Sam




A VIDA :

Tutankamon, nome que deriva da sua alcunha de juventude " Tu-tanto-chámon", devido a este, andar sempre ganzado. Tutankamon nasceu à 22 de Fevereiro de 1969, na Amadora, distrito de lisboa, também conhecida por Angola da UE. Filho de modestos trabalhadores fabris, Tutankamon era um jovem rebelde e preguiçoso, não gostava de estudar, e dizia que o trabalho não gostava dele. A única coisa que o jovem gostava de fazer, era fumar ganza com os amigos e jogar flippers.
Um belo dia, o jovem tutankamon saiu de casa, para ver se conseguia cravar uma ganzita a algum amigo, mas ninguém tinha, « refundidos...» terá pensado o jovem frustrado, e dirigiu-se á casa do seu dealer habitual, este, encontrava-se à porta de casa, e assim que o viu chamou-o. - Atão man, tá-se bem? tens boi ? - ( tens erva?) - Ná man, só chámon ( haxixe ) - respondeu o dealer, enquanto acendia um cacête acabado de enrrolar - atão orienta-me aí uma béka que eu logo te pago! -pediu tutankamon pouco convencido. - nérias man, inda num me pagaste a folha d'ácidos que te dei o outro dia pra venderes! desaparece! - atirou o dealer com ar de desprezo. - Quê man? os Gorbachev's? a trip era pior que a perestroika do gaijo man, num batia népias, tavam marados, era rêna man! - o dealer não ligou e continuou a fumar - Atão e não rolas isso? - perguntou tutankamon, na esperança que o dealer lhe deixasse fumar do charro - pisga-te man!, olha se queres apanhar uma moka, vai ali ao descampado por trás do campo de futebol, tem lá uma árvore de frutos esquisitos, come-os, o "chuva" comeu o outro dia e nunca mais ninguém o viu man! - « refundido!» pensou tutankamon, enquanto se dirigia para o tal descampado. Assim que lá chegou, viu a tal árvore, atirou-se logo a ela, e terá comido uma boa dúzia daqueles frutos. Não tardou a sentir a boca sêca e o estomâgo a arder. Começou a alucinar, e pensou « esta merda é mesmo bacana», foi aí que a "trip" atingiu o auge, e o jovem convenceu-se que era um avião, começou a emitar o som de hélices e dos motores de aviões comerciais. desmaiou.

Quando acordou, viu-se rodeado de gente que desconhecia, cobertos de trajes fora do comun. Esta gente também estranhava a forma de vestir do jovem, puxando e tocando, curiosos e admirados com a t-shirt dos Slipknot, que tutankamon ostentava. Foi aí, que a multidão, de súbito se dispersou, ficando em total silêncio, prostrados no chão e fazendo uma grande e cerimoniosa vénia. Era o grande sacerdote que chegava. " Atão Tutankamon, caralho??"- gritou o sacerdote feliz. - era o "chuva", tinha mais ouro em cima de dele que um cantor de rap ou um cigano de carcavelos. - Foda-se man, ó chuva, ond é qu'tou caralho? - perguntou tutankamon, um pouco aliviado. - Man, tamos no Egipto, podes crer meu! estes gaijos aqui pensam que sou um gaijo vindo do céu, tipo profeta tás a ver? podes crer meu! os gaijos quando ouviram o meu mp3 pensaram logo qu'eu era o maior, podes crer meu! sabes com quantas gaijas já casei? 11, e só estou aqui há duas semanas pá, podes crer meu! tenho uma porrada de judeus como escravos, e vivo num palácio do caralho, podes crer meu!! Olha, os gaijos aqui andam com um problema, ficaram sem faraó, vou dizer a esta cambada de otários que foste enviado por deus pra seres o faraó deles, podes crer meu. mai nada! - mas...mas...- balbuciou o jovem tutankamon ainda confuso...- o que é um faraó man? - Pá- respondeu o "chuva"...faraó é assim à modos que um presidente da républica, tás a ver? mas um presidente que faz tudo o que quer, podes crer meu! Podes roubar, violar, e fumar toda a ganza que quiseres, podes crer meu! E assim foi, Tutankamon foi faraó, e o chuva o seu sacerdote, fumaram tanto chámon que ficaram literalmente pretos, como se pode ver na imagem.

Anos mais tarde, tiveram umas desavenças, e o "chuva" envenenou o faraó e amigo, matando-o. Tornou-se faraó "Chuvakamon", que um belo dia, foi mordido por um cão e morreu com raiva.


CURIOSIDADES:

As gentes da Amadora, ainda hoje, recordam a famosa árvore que enviou Tutankamon pro Egipto, assim como as hélices de avião do delírio do jovem, como se pode verificar no brasão da cidade:

sexta-feira, 20 de março de 2009

11/ 09


Um conto de fim de semana, pelo Eminente Poeta, Romancista, Crítico literário, Filósofo e Líder Espiritual SAM

Um homem e uma mulher fazem 20 anos de casamento. Estão reunidos no escritório do advogado a fim de acertarem o divórcio. O dito escritório está situado no décimo sétimo andar da torre Um do World Trade Center. O dia é largamente conhecido.

ADVOGADO:
-É mesmo isso que querem? (confirmam abanando a cabeça) -
Não pretendem reconsiderar?
ELA:
- Não.
ELE:
-Também não.
ADVOGADO:
-Muito bem…
ELA:
-Mas gostava que ele me desse um... beijo.
ELE:
-Claro que dou. (beijam-se, longamente)
ADVOGADO:
-Óptimo e agora só têm de assinar aqui…- Ouve-se um estrondo violento. O advogado ao procurar saber o que se passa desaparece. Emerge o medo, instala-se o pânico.
ELE:
-É fumo é fogo por todo o lado! Que fazemos?
ELA:
-Saltamos!
ELE:
-Gostava que me desses um... abraço.
ELA:
-Claro que dou. ( abraçaram-se, deram as mãos e saltaram)

Moral da Cêna:
Desconfiar sempre, de advogados cujos escritórios estão sediados em prédios, que representam o símbolo máximo do imperialismo americano.

O problema do trabalho

Quem nunca sonhou com isto? Chegar ao emprego uma bela manhã de sol e aquilo tinha ardido tudo."Pessoal, tudo de férias! Tomem lá o subsídio de férias mais o de Natal, voltem quando isto já tiver reconstruído" É um sonho lindo.Eu já pensei nisso. Uma bombinha e a coisa estava resolvida.O grande problema é que trabalho numa empresa com várias agências. Punha-se aqui uma bombinha (coisa pequena, só para isto arder tudo durante a noite).Depois mandavam-me para a sede. Lá tinha que ser mais uma bomba.E depois se me mandavam para outra agência? O mal disto é que termos várias agências. É uma grande despesa em bombas!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Há gente que devia vir com aviso.

Se os maços de tabaco têm aqueles autocolantes a avisar as pessoas que aquilo é uma coisa que até pode fazer mal, porque não colar etiquetas no peito das pessoas, a avisar o efeito que elas podem ter em nós? Não seremos também nós consumidores passivos de personalidades mais ou menos corrosivas?Por exemplo, há gente tão triste, tão infeliz, tão deprimida e deprimente, que tem o condão de contaminar tudo e todos à sua volta. Essas pessoas deviam trazer um aviso do género: "Atenção: Quando sujeito a um tempo de exposição prolongada, sou susceptível de causar tristeza e depressão".Ou aquelas pessoas tão, mas tão chatas que deviam avisar: "Quando administrado em doses excessivas posso causar tédio ou sonolência. Não é aconselhada a condução de veículos ou a operação de máquinas pesadas na minha presença".Ou ainda, "Contém produtos altamente tóxicos. Manter fora do alcance das crianças", (Mas isso já nos levava por outros caminhos e já não há paciência para o "caso Casa Pia"). Assim ficávamos logo preparados para o pior. E a sociedade seria um local melhor para vivermos. E teríamos uma nova industria de tabuletas a florescer.

Propagandas, O Senhor dos Anéis



SKIP : Ahhh se todo o branco fosse assim...



Seda Vital Color - Para cabelos loiros.



Tak 500 - O come-gordura da Linea.

Um post para as baleias


Porque a comunidade cetácea também merece :

!eeeeeeeeeeeoooooooooooooooouuuuu
nhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiieeeeeeeeaaaaaaaaaaaahnn...
Yaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanh
Uuuuuuuuuuuuuuuu... uuuuuuuuu... uuuu...iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... iiiiiiiee... Ooooooouuuueeeeeaaaauuuuuuuuuuuuuuuuun

quarta-feira, 18 de março de 2009

CÊNAS EXCLUÍDAS "APOLLO XIII"




Ken
-Gene! Houve uma explosão!
Gene:
-Eu sei!
Ken:
-Isto pode pôr em causa toda a missão!
Gene:
-Eu sei!
Ken:
-Eles podem não ter energia suficiente para regressar!
Gene:
-EU SEI !!!!
Ken:
-Não pareces preocupado!
Gene:
-Houve lá Ken, queres ou não que o Tom Hanks morra?
Ken:
-Quem é que não quer?
Gene:
-Então vê lá se tás caladinho caralhe...!





terça-feira, 17 de março de 2009

segunda-feira, 16 de março de 2009

Material Girl


Hoje a rapariga polaca que veio pra cá trabalhar nas limpezas veio com uma camisola do pijama.Ok, não sei se será bem uma camisola do pijama. Mas eu já tive um pijaminha assim nos anos 80. Com um padrão de âncorazinhas. E mesmo para pijama, era feio. Mesmo nos 80's. Livrei-me dele porque os meus colegas de escola gozavam comigo nos meus sonhos. E eu até acho isso normal. Quem não usou já o pijama por baixo da roupa?Pijama por baixo da roupa é um conceito perfeitamente normalÉ um clássico dos anos 80. Íamos fazer xixi e lá estava a calcinha amarela turca por baixo da calça de ganga do Samzinho, a espreitar pela braguilha semi-aberta.Mas ela tem a t-shirt por fora. Não é por dentro. A Madonna usava a roupa interior por fora. Mas lá está, eram os 80's. E há certas coisas que só são cool se fores a Madonna. E ela não é a Madonna.

Higiene e segurança no trabalho


É um tema recorrente neste blog. Eu sei. Mas é uma problemática bastante importante no local de trabalho. E nem sempre tratada com o respeito que ele nos merece. (Falo obviamente de cagar. O trabalho não nos merece o mínimo respeito)Uma questão importante no que concerne a cagar é o piaçaba. Não é todos os dias que isto acontece, mas há vivências e experiências que vamos tendo todos os dias, que nos levam a crer que há colegas nossos que não sabem o que é um piaçaba. Ou para que serve. Ou como se usa.Ora se é admissível que possam haver dúvidas sobre a forma mais correcta de se dizer: "Piaçá" ou "Piaçaba" (pode ser das duas maneiras. fui ver ao dicionário), o mesmo não se pode pode dizer da forma como deve ser utilizado. Não me parece complicado.Será assim tão difícil? Será que as pessoas deviam ter formação no trabalho sobre como usar o dito instrumento? Tipo higiene e segurança no trabalho. Ou ensaios como nas simulações de incêndio, em que todos se dirigiam ordeiramente à sanita e simulavam "o que fazer em caso de merda presa na parede da sanita"?Acredito sinceramente que não será necessário.Ou será que as pessoas também não usam o piçaba em suas casas? Nesse caso só posso imaginar as autênticas estalagmites de merda.Não vou aqui escrever instruções para o uso do piaçaba. Acho que não é necessário. Não é complicado, acreditem. Se tiverem dúvidas pesquisem no google ou qualquer coisa assim. Eu não o uso piaçaba no wc do trabalho, gosto de supreender os meus colegas pela positiva...mas os eles bem que podiam fazê-lo, para que eu encontrasse a sanita limpinha. Quando não acontece, fico chateado pois com certeza que fico!

sábado, 14 de março de 2009

BIOGRAPHY - Catherine Zeta-Jones



A vida de CATHERINE ZETA-JONES, com o rigor histórico do eminente Biografo Prof. Dr. Sam


A VIDA :

Catherine Zeta-Jones, de seu verdadeiro nome Catarina Monteiro. O seu nome artístico deriva da sua alcunha de juventude " Catarina Meita do Jones ". Catarina nasceu, em Vale de Cambra, no dia 25 de Setembro de 1969. Filha de lavradores, caseiros de um rico proprietário da vila, emigrado na América. Um dia, o senhorio enviou para a sua propriedade de Vale de Cambra, um boi americano, de seu nome Jones, deixando instruções claras aos pais de Catarina, para que tratassem bem o animal. E assim foi.
Catarina fez do boi Jones o seu melhor amigo. Levava-o a pastar e passear, e ás vezes dormia com ele. Um belo dia, enquanto Catarina acariciava Jones, reparou que o sexo do animal tinha ganho proporções anormais, e que quase roçava no chão...Ficou curiosa, e resolveu tocá-lo. Ficaram amantes e tiveram um tórrido romance. Um dia, depois da jovem dar a Jones uma sessão de sexo oral, o pai de Catarina, reparou que esta, ainda tinha um fio de semén do animal no canto da boca. Ficou furioso, e expulsou catarina de casa. Toda a gente na vila soube so sucedido e foi daí, que ela ficou conhecida por Catarina-meita-Jones.
Fugiu para os EUA, onde lá, não faltam bois. Sobretudo Americanos. Ficou rica e famosa.


CURIOSIDADES:
A Cidade de Vale de Cambra tem um particular orgulho no Boi Jones, por ter andado com rica e famosa Catherine Zeta Jones. Prova disso, é o brasão da Cidade que exibe com orgulho a figuar de Jones.



Esta Biografia é dedicada, com muito carinho, à ID.PENA.

sexta-feira, 13 de março de 2009

UM POST DE MERDA

Tou aqui a postar e, enquanto não me passam os soluços, vou discutir a problemática da meteorologia da ida de um gaijo à casa de banho:-agora que cheguei à casa dos 30, e que me tenho de levantar todos os dias para bulir, surge-me sempre a necessidade de arrear o calhau logo de manhãzinha.Nada de especial, um simples tulicreme, uns calamares e um molho de caril,tudo no turbo, embora às vezes seja um turbo tão devasso que a minha sanita pensa que sou o Jackson Pollock cá do bairro;-ao fim de semana sou o cagador mais saudável do universo, sem horários, sem preocupações, com a revistinha de gaijas, sempre a bombar tronco de natal, donut da Balada de Nova Iorque, enfim, fatinho de treino e AllStar do tempo do liceu;-pior é quando como demasiado pão;pão com chouriço,pão de Cabeça,torradinhas,baguetes,hamburgas do Mac.Aí sou o maior fabricante de corda de atracar Titanics do universo, e até ofereço uma garantia de dois anos ou devolvemos o seu dinheiro.O problema aqui reside na saida do produto na fábrica, principalmente se tiver as sementinhas do pão da hamburga a arranhar-te o buraco do cu.

quinta-feira, 12 de março de 2009

O Trabalho, ou o complexo de Garfield


Quando falei aos meus caros leitores do pecado da Preguiça, fiquei com a sensação que tinham ficado coisas por dizer. Dada argumentação anterior, compreendemos como é fácil enganar um patrão ou um cliente. Não há dúvida de que eles não distinguem as tarefas necessárias à execução de um projecto, dum caroço de azeitona.Tudo o que lhes dissermos, desde que seja com cara séria, eles engolem.Mas o problema é que os colegas sabem o que nós fazemos. Como enganá-los? Não dá! É um perigo tentar intrujar o chefe dos chefes à frente dum colega. Ele pode facilmente desmascarar-nos.Ou os colegas alinham no jogo (só resulta com os colegas igualmente indolentes), ou somos mesmo obrigados a fazer amizade com o chefe, para rapidamente cair nas boas graças do mesmo, ao mesmo tempo que envenenamos e descredibilizamos os colegas eficientes. Não é assim tão complicado, acreditem.Até porque o colega competente é um empecilho. Sempre a complicar com ideias perigosas como "fazer rápido", "fazer bem" e "explicar bem as coisas ao cliente". O que nós queremos é "fazer de qualquer maneira" e "fazer a tempo". Normalmente o chefe concorda connosco.Outra forma de neutralizar os colegas mais perigosos é a táctica de "larga a bomba e foge". É muito simples: em conversas de café puxamos temas controversos em que dizemos mal de tudo e vamos envenenando tudo e todos. Ou então, na presença do chefe, começamos discussões polémicas e depois retiramo-nos discretamente da conversa. O colega rebela-se e afronta o chefe. Há sangue. Mas não é o nosso.Existem vários tipos de colegas, quase todos maus. Os piores são os mesmo muito competentes. Esses trabalham muito e trabalham bem. E invariavelmente fazem os outros colegas parecer mal. Mesmo os razoáveis, já não falo dos parasitas como eu. Arruinam completamente a nossa vida. E não dá para os descredibilizar. São demasiado bons e demasiado úteis. Não gosto deles.Os colegas menos maus são os preguiçosos como eu. Mas mesmo com esses, todo o cuidado é pouco. Partilham os nossos segredos de ronha. E um dia mais tarde podem-se voltar contra nós.Um problema sério seria se um colega competente ascendesse um dia a chefe. Aí ia ser a nossa desgraça. Felizmente os trabalhores competentes nunca chegam a chefes. São demasiado úteis a trabalhar. É preferível contratar inúteis engravatados para ocupar posições de chefia. Ou promover os trabalhadores mais inúteis. Assim não há quebra de produtividade.Seguindo esta lógica, é por isso que sou chefe e quero chegar a Chefe dos Chefes. Ganho muito mais do que mereço. E acho bem.É o que eu chamo de "Complexo de Garfield ".

Manual de instruções para uma tarde tranquila em duas lições



1. Lançar para discussão um tema polémico à escolha: Aborto, pena de morte, inflação, casamento entre homosexuais, importância do casamento e da família enquanto suporte e unidade fundamental da sociedade actual, Kierkegaard, Nietzsche e o existencialismo, afinal foi golo do Rio Ave ou a bola esteve mesmo fora?

2. Pôr os phones e ignorar a discussão, fingindo trabalho. Nunca levantar os olhos do monitor. Evitar contacto visual com os colegas.Estes dois simples, mas decisivos, passos deverão manter os colegas ocupados algumas horas e seguindo-os de forma rigorosa evitaremos interrupções desagradáveis com assuntos como "trabalho".


Aprendam comigo qu'eu num duro sempre!

quarta-feira, 11 de março de 2009

GIVE PIG A CHANCE !


Parece brincadeira, mas esta coisa da gastronomia nas religiões tem muito que se lhe diga.Por exemplo, eu estou plenamente convencido de que o principal factor crítico de sucesso na implantação do Cristianismo em todo o mundo é o porco. E estou a falar no porco animal mesmo. Não estou a falar no Judas, nem no Herodes, nem no Pilatos, nem no Cristo, Deus me livre!Como toda a gente sabe, o Cristianismo é case study. Um spin-off do Judaísmo, que se tornou num dos maiores casos de sucesso de tunning religioso da história da humanidade. Mas qual será então a grande diferença entre uma religião e a outra? Porque é que é muito mais fixe ser Cristão do que ser Judeu? A razão, meus amigos, são os enchidos. E o bacon. E as plumas de porco preto. E o leitão da bairrada.O Cristianismo liberalizou o porco.O Cristianismo é a religião quase perfeita. Pode-se comer tudo e não há cá chatices como no Judaísmo e no Islamismo. O único problema é a aquela coisa de ter que comer peixe na quaresma. Perfeita, perfeita, era a religião que proibisse a corvina cozida.

terça-feira, 10 de março de 2009

Flash-Interview



Repórter Sam :
- Antes de terminarmos, por agora, a nossa intervenção, temos finalmente aqui connosco para um flash-interview a famosa personagem do cancioneiro nacional, D. Chica, do ‘atirei o pau ao gato-to-to’. D. Chica, muito boa tarde. D. Chica, pode-nos contar um pouco melhor o que aconteceu e que deu origem a esta canção.

D. Chica :
– Não sei! Alguém atirou um pau ao gato, não sei porquê…

Repórter Sam
– E o que aconteceu ao gato?

D. Chica :
– Ao gato não lhe aconteceu nada, o gato não morreu!

Repórter Sam :
– Mas a D. Chica parecia bastante afectada.

D. Chica :
- Ai, eu assustei-me muito.

Repórter Sam
– Mas assustou-se porquê?

D. Chica :
-Com o berro. Com o berro gato deu. Miaaaaaau!

Repórter Sam :
– Muito obrigado D. Chica, pelo seu esclarecimento. Tentaremos regressar mais tarde com a Carolina, que parece que tem uma saia com um lagarto pintado. Passo aos estúdios.

homenagem do Serial Blogger

Inventei uma nova figura pública, senhoras e senhores:



MANUEL CARALHO-ALEGRE !
O AMIGO DE TODAS AS HORAS PÁ !

segunda-feira, 9 de março de 2009

NUTÍCIAS




In " Público "


Cá p'ra mim que o que eles querem é foder Israel.
hahahaha!

THE GOOD SON




Este blog já ia merecendo um postezinho de jeito......mas ninguém disse que a blogosfera era justa. Pois não?

O meu chapéu



O meu chapéu tem três bicos

Tem três bicos o meu chapéu

Se não tivesse três bicos

O chapéu não era meu......


Nota Mental:

deitar fora toda a roupa do sec. XVIII. Faz-me parecer mais gordo.

sábado, 7 de março de 2009

BIOGRAPHY - SHAKIRA

A vida de SHAKIRA, com o rigor histórico do eminente Biografo Prof. Dr. Sam



A VIDA :

Shakira, seu verdadeiro nome é Isabel da Costa Ferreira. O seu nome artístico deriva da alcunha que lhe deram em criança, "chatinha". Filha de um abastado agricultor, vendedor e distribuidor de batatas. Isabel Nasceu em Montalegre, distrito de Vila Real, no dia Dois de Fevereiro de 1977.

Dizem os familiares e amigos, que a pequena Isabel era, já em criança, de uma beleza rara. Também se queixam que ela era muito chata, porque passava a vida a bombardear toda a gente com perguntas e perguntas e mais perguntas e a fazer comentários que por vezes eram inapropriados. Daí que a a família e os amigos lhe chamavam carinhosamente " a chatinha". Isabel também gostava de cantar e de dançar, sempre que passava uma música na rádio ou na Tv, que era do seu agrado, Isabel desatava a cantá-la...e toda a gente fugia.
Um belo dia, estando a família a almoçar um bacalhauzinho cozido com batatas, começou a dar na rádio uma música do Avó Cantigas "come a sopa vá lá ", uma música claramente interactiva. Nesse mesmo instante, Isabel levou uma batata quente à boca, e deu um salto da mesa, e começou a falar e a saltar, ainda com a batata escaldante na boca, produzindo uns sons estranhos, que anos mais tarde viriam a caracterizar a sua voz única.

Outra grande influência na sua vida, foi a telenovela Brasileira "O Clone", as danças do ventre de Giovanna Antonelli, foram um marco na vida da pequena Isabel e na sua futura carreira artística.



Os homens de Montalegre ficavam doidos não só com a beleza de Isabel, mas também com o seu comportamento, não parava de falar um só minuto que fosse. Um dia, estando dentro do carro com o namorado, numa estrada deserta dos arredores de Montalegre, o rapaz descobriu a solução ideal para resolver o problema. Ela não parava de falar do céu, das estrelas, do cheiro do campo. O rapaz, já desesperado, não teve mais nada, baixa as calças, segura o membro peniano com uma mão e agarrando Isabel pela nuca, enfia o membro na boca da jovem. Foi remédio santo. Não se ouviu nem mais um pio. Isabel gostou, e começou a ser mesmo um vício. Daí que, anos mais tarde, Isabel recordasse esses tempos no seu trabalho "Fijación oral" ( Fixação oral ).

Casou com o primeiro marido aos 17 anos.Trabalhava numa lavandaria, onde conheceu um rapaz por quem se apaixonou, tiveram um romance e divorciou-se. Esta fase da sua vida está bem patente no album "Laundry Service" e músicas do mesmo trabalho como "Whenever, Wherever" ( sempre que quiseres ), "Ready for the Good Times" ( Pronta pra Foder ) e "Poem to a Horse" ( Poe-te em mim meu cavalo ). voltou a casar. Isabel não conseguia manter-se fiel aos maridos. No segundo casamento, foi apanhada em flagrante com o amante. O marido correu atrás de Isabel, e esta, nua e descalça fugiu. Também esta fase da vida se reflectiu na sua música "Pies descalzos" ( Pés descalços ) .

Foi para os EUA, onde casar e divorciar é um desporto nacional e comparticipado pelo estado. O seu Manager achou que o nome Shakira ficava melhor que Chatinha, e a miúda nunca mais parou. Em todos os seus consertos, há sempre uma cozinheira, que coze as batatas quentes que Shakira mete na boca para cantar. Os meus caros leitores podem mesmo experimentar em casa. Metam uma batata a escaldar na boca e tentem cantar, vão ver que conseguem apanhar o mesmo tom de voz de Shakira.
CURIOSIDADES:

As gentes de Montalegre não vêm Shakira com muito bons olhos, devido ao seu mau comportamento no casamento. Isto está bem patente no brasão da cidade, onde figuram a imagem dos dois maridos traídos de Shakira.